para salvar o petisco!

Danças Urbanas na veia!

Vai ser foda demais!

Diferentão!

POSTADO PELO GIBRA NO DIA 22/05/2017 ás 14:05

Pastinha de Queijo

E segue com receita prática e boa para acompanhar qualquer coisa. Uma pastinha de queijo que fica pronta muuuuito rápido e é boa demais. Manda ver aí porque a gente nunca sabe quando vai aparecer alguém na nossa casa querendo comer uma coisinha.

Ingredientes: – 1 caixinha de creme de leite; – Queijo ralado; – Azeite; – Orégano.

Cozinha do Gibra – A gente come e se diverte!

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POSTADO PELO GIBRA NO DIA 17/05/2017 ás 09:05

Israel Alves

Israel Alves é de Juiz de Fora e aos 13 anos teve seu primeiro contato com as Danças Urbanas. Em 2008 iniciou sua vivência com o Dancehall, através da francesa Laure Courtellemont, com quem anos depois teve a oportunidade de trabalhar em intensivos e workshops. Ministrou aulas em diversos lugares do Brasil e consolidou seu trabalho como bailarino e coreógrafo.

Israel - RioH2K-1foto: Bruno Barbosa

Em 2017, Israel foi um dos três brasileiros convidados para participar do espetáculo “Dare to Dancehall”, dirigido e criado por Laure courtellemont e Babson. O espetáculo teve sua segunda apresentação em Paris, na França e reuniu bailarinos da cena mundial do Dancehall. Nesse período realizou trabalhos pela Europa onde ministrou aulas na Bélgica, Portugal e na França.

Participou do evento Juste Debout 2017, em que conquistou o 1º Lugar na batalha Just Dancehall. Este é um dos principais eventos de Danças Urbanas do mundo e o Israel é o primeiro brasileiro a ganhar o prêmio. Atualmente é dançarino e coreógrafo do grupo Remiwl, que desenvolve um trabalho em Juiz de Fora há mais de 10 anos e tem se consolidado dentro da cena da dança no Brasil.

Vai aí um bate papo com o dançarino…

O Gibra: Como foram seus primeiros contatos com a dança?

Israel: A dança sempre esteve presente na minha vida, minha mãe engravidou aos 16 anos então peguei a transição dela da adolescência para a fase adulta. Eu me lembro de sempre ver ela dançando em casa treinando os passinhos para dançar nas festas depois. Ver ela acabou plantando em mim o amor pela dança desde pequeno.

O Gibra: Qual a importância do Remiwl Street Crew na sua caminhada?

Israel: Falar do Remiwl é sempre uma honra. Eu aprendo tanto nessa escola com as pessoas que as vezes sinto que o mundo precisa de um Remiwl (haha). Fui criado pela minha avó desde pequeno quando minha avó veio a falecer eu me mudei para Juiz de Fora para morar com minha mãe (Cristiana Alves Rodrigues ) e me encontrei em um estado muito sensível aos 10 anos, me reprimi e já aparecia sintomas de uma futura depressão. Comecei então por recomendações a fazer danças urbanas e conheci meu primeiro professor nessa aula no bairro Santa Cruz. Walmor Calado foi meu primeiro professor e é uma das minhas maiores referências até hoje, até que em 2007 entramos para o Remiwl e algo diferente mudou a partir  dali. O Remiwl mais do que um grupo é um grande escola e mais do que nunca hoje falo que é uma escola que formar seres humanos, vai além de dança e de passos. Todos saem dali diferentes.

O Gibra: Como surgiu o convite para participar do Dare to Dancehall?

Israel: Em 2008 em uma das viagens que o grupo fez, uma dançarina incrível Laure Courtellemont uma francesa que trabalha com Ragga jam, uma linha inspirada no Dancehall (cultura jamaicano) que ela desenvolveu seus métodos e didáticas, ali foi o amor à primeira vista. Desde que a conhece fui em todos os eventos em que ela estava (sempre que possível,claro) eu era tão insistente que dois anos depois fui assistente dela pela primeira vez em São Paulo e depois em um grande evento no Rio de Janeiro e acabamos criando um laço muito bonito. Em 2016 tivemos o prazer de organizar nosso primeiro intercâmbio Brasil x franca, Juiz de Fora recebeu Laure e Guiu em um fim de semana recheado de informação e dança, dai surgiu o convite para participar do Dare to Dancehall em Los Angels. Eu e mais dois amigos (Lucas Migliorini e Mateus dos Anjos) fomos convidados a representar o Brasil no espetáculo. O espetáculo é só sobre Dancehall e tem dançarinos do estilo de deferentes lugares do mundo com dançarinos renomados. Foi uma grande realização participar desse projeto.

O Gibra: E como foi a experiencia na Europa?

Israel: A Europa sempre foi um sonho, porém muito distante, minhas condições financeiras nunca me levariam até lá. Tive dois anjos em minha vida que me ajudaram e fizeram acreditar em mim e no meu trabalho. Carolina Mercado e Januaria Maia fizeram um trabalho comigo para além da dança um trabalho incrível de life coach e com isso me ajudaram a tornar isso possível. A Europa é um berço de dançarinos incríveis e recebe jamaicanos a todos os momentos.  Estar na Europa com minhas maiores referências foi um sonho e acredite eu cheguei e todos já nos conheciam. Foi uma recepção incrível em todas as aulas feitas era nítido que o Brasil está no caminho certo de suas pesquisas.

O Gibra: A Dança Urbana tem espaço no Brasil? E Juiz de Fora, acolhe bem?

Israel: O choque cultural de um país como a França, sabendo da realidade do Brasil, é de ficar abismado. Aqui no Brasil temos uma nação de dançarinos incríveis, porém são consumidos pelas rotinas de trabalho duro, e acabam não se dedicando 100% ao seus treinos. Hoje aqui no Brasil acredito que não só a dança mais a arte no geral, acaba que se implora para podermos fazer algo, penso eu que deveria ser o contrário. O sistema e o governo deveriam pedir e nos apoiar mais para que mais coisas fossem feitas. As danças urbanas ainda um pouco mais difícil, assim como outras artes da periferia sofremos também quanto a realidade de onde a dança foi criada e o que ela quer gritar para o mundo. Porém seguimos resistentes é muito confiantes. Juiz de Fora é berço de dançarinos incríveis.

Para fechar queria deixar meu registro de que na vida tudo que quiser e tiver forças faça, faça por você por que ninguém mais o fará. Você é o principal e mais importante para a realização dos seus sonhos. Por último deixo um frase que me guia por onde vou. “Se faz sentir, faz sentido”

Se liga na disputa!

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